Como estruturar a ementa: categorias, ordem e extensão
Ordem clássica
Na maioria dos restaurantes, a estrutura de uma ementa segue a sequência da refeição. Os clientes conhecem esta ordem e orientam-se nela de forma intuitiva:
- Entradas e pratos frios
- Sopas
- Saladas, se forem servidas como pratos próprios
- Pratos principais, divididos em carne, peixe e vegetariano
- Acompanhamentos e extras
- Sobremesas
- Bebidas: sem álcool, cerveja, vinho, bebidas espirituosas, café e chá
Podes fugir a esta ordem se isso combinar com o teu conceito. Uma pizzaria começa com pizzas, um café com o pequeno-almoço ou os bolos. O importante é que aquilo que traz a maioria dos clientes seja fácil de encontrar.
Quantos pratos por categoria
Não há uma regra fixa. Mas cada categoria deve oferecer escolha suficiente sem sobrecarregar. Uma lista de pratos principais que ocupa vários ecrãs dificilmente é lida até ao fim.
- Mais vale poucas categorias bem preenchidas do que muitas com um prato cada.
- Verifica com regularidade os pratos que quase ninguém pede.
- Junta as variantes: uma linha “Massa com molho de tomate, à bolonhesa ou com pesto” em vez de três.
Bebidas: carta própria ou no fim
Nas ementas pequenas, as bebidas ficam no fim. Se tens uma grande oferta de vinhos ou cocktails, vale a pena ter uma carta de bebidas própria. Numa ementa digital podes combinar as duas coisas: bebidas como categorias próprias no fim, ou uma página à parte para a qual crias uma ligação.
No modelo de ementa da Same-QR já estão criadas as categorias Entradas, Pratos principais, Sobremesas, Sem álcool, Cerveja e Vinho. Outras categorias, como Sopas, Saladas, Vegetariano, Vegano, Crianças, Cocktails, Bebidas espirituosas ou Café e chá, acrescentas com um clique, e as que não precisas apagas.
Como arrumar o vegetariano e o vegano
Há dois caminhos: uma categoria própria “Vegetariano” ou uma identificação com símbolo dentro das categorias normais. A categoria própria ajuda os clientes que procuram precisamente isso. A identificação no meio da ementa mostra que os pratos vegetarianos têm o mesmo valor. Com apenas dois ou três pratos, a identificação costuma ser a melhor escolha.
Navegação no telemóvel
No papel, o cliente abarca uma página dupla de uma só vez. No telemóvel vê apenas um pequeno excerto e tem de deslizar. Por isso, os títulos claros são especialmente importantes, e a ementa não deve ser mais longa do que o necessário.
- Nomes de categorias curtos e inequívocos.
- O mais importante primeiro, por exemplo o prato do dia logo no topo.
- Descrições breves, para que os preços não se percam em blocos de texto.
Exemplo de uma estrutura clara
Assim poderia ser a ementa de uma tasca que abre ao almoço e ao jantar:
- Logo no topo: prato do dia com preço.
- Entradas e sopas: quatro a seis pratos.
- Pratos principais: os clássicos da casa, depois peixe, depois vegetariano.
- Acompanhamentos e saladas.
- Sobremesas.
- Bebidas: sem álcool, cerveja, vinho, café.
- No fim: legenda de alergénios e nota sobre doses para crianças.
Esta ordem pode ser aplicada a quase qualquer restaurante. O decisivo é que seja igual na ementa impressa e na digital, para que os clientes habituais se orientem em qualquer uma.
Perguntas frequentes
Normalmente logo a seguir aos pratos principais. Se forem poucos, também podes indicá-los numa linha por baixo do respetivo prato.
É melhor separado, por exemplo como prato do dia logo no topo ou como ementa de almoço própria. Assim a ementa principal fica mais fácil de consultar.
Tecnicamente quase não há limites. Mas para os clientes vale isto: quanto mais curta e clara for a divisão, mais depressa encontram o que procuram.
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